Começo
este ano abordando um dos meus maiores vícios, a literatura romântica que desde
2012 vem aderindo cada vez mais à tendência de maior apelo sexual. Depois de “Cinquenta
tons de cinza” já mencionado aqui, um outro livro que também explora esse lado mais sexualmente
explícito, e que para mim merece filme é o “Toda sua”, da trilogia Crossfire de
Sylvia Day.
Narrada pelo ponto de
vista da protagonista, a estória conta o romance Nova Yorkino entre dois jovens
traumatizados e com problemas em relacionamentos amorosos. O Deus grego,
empresário e 25º mais rico na lista da Forbes, Gildeon Cross, que após ter
presenciado o suicídio do pai e ser violentado sexualmente quando menor não
consegue firmar compromissos sérios com nenhuma mulher, e a independente, filha
de socialite, Eva Tramell, que depois de ser estrupada pelo seu “meio- irmão”
não consegue ter meros casos. Ambos se encontram pela 1º vez em uma situação
inusitada na recepção do prédio de Cross, o Crossfire. A atração é intensa e
imediata, e embora saibam que não se combinam, fica difícil de se ignorarem já
que Eva será a nova secretária da agência de publicidade de Gildeon, a Waters
Field & Leaman. Eles começam a se
envolver, sem que percebam a paixão vira amor, e o casal quebra suas regras, se
moldando para fazer a relação dar certo.




